Micro-ônibus do sistema complementar são atacados com pedras e tiro em dia de paralisações em Salvador

Cerca de sete micro-ônibus do sistema complementar de Salvador foram atacados com pedras e até tiro em diferentes localidades, na manhã desta sexta-feira (14), dia de paralisações na cidade. Não houve registro de feridos.

Os ataques ocorreram na região da Avenida Afrânio Peixoto, mais conhecida como Suburbana, Calçada, Baixa do Fiscal, Avenida Gal Costa e na BR-324, uma das principais vias de ligação da capital com o interior do estado. O veículo atingido pelo disparo de arma de fogo trafegava pela Avenida Gal Costa, próximo à garagem da Subsistema de Transporte Especial Complementar (STEC) — todos os demais coletivos atacados foram atingidos por pedras.

As informações foram divulgadas pelo diretor da STEC, Marcos Maciel, e confirmadas pela Secretaria Municipal de Mobilidade de Salvador (Semob). Ainda não há informações sobre a autoria dos ataques. Os casos vão ser investigados pela Polícia Civil.

Dia de paralisações

Os ônibus do transporte público de Salvador e os trens do subúrbio da capital não circulam na manhã desta sexta-feira (14), dia em que sindicatos organizam paralisações contra a reforma da Previdência. O metrô funciona normalmente, desde às 5h, conforme informações da CCR, empresa que opera o transporte. O movimento é tranquilo em terminais como o do Acesso Norte, por exemplo.

Equipes de segurança do metrô fazem rondas nos terminais, com o intuito, segundo a CCR, de manter o funcionamento do transporte e a segurança dos passageiros, sem interrupções.

Ônibus e micro-ônibus do transporte complementar também circulam em diversos pontos da cidade. Os mototáxis também são uma alternativa para quem busca um meio de transporte em Salvador neste dia de paralisações.

Representantes do Sindicato dos Metroviários fazem um ato na entrada da Acesso do Norte. Eles protestam contra a reforma da Previdência e também contra o funcionamento do metrô de Salvador nesta sexta, que foi viabilizado mediante liminar judicial.

*G1




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