SEC quer Base Nacional Comum Curricular em escolas da Bahia em 2019

Imagem Ilustrativa | Foto: Suami Dias/ GOV-BA

A Bahia compõe a lista dos estados que ainda não aprovaram o currículo estadual para educação infantil e ensino fundamental tendo como referência a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A Secretaria de Educação (SEC) ainda não submeteu o texto ao Conselho Estadual de Educação, o que dificulta o cumprimento da meta estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC), cuja expectativa era de que todas as unidades federativas aprovassem seus textos ainda em 2018.

De acordo com o superintendente de Políticas para a Educação Básica do Estado, Ney Campello, o texto com a nova orientação curricular da Bahia está previsto para ser entregue ao Conselho Estadual de Educação da Bahia na segunda-feira (10). Ainda conforme Campello, currículo foi construído ao longo de um ano. “Contou com a colaboração de comitê de governanças, grupo composto por entidades protagonistas da educação básica na Bahia”, esclareceu.

A expectativa da Secretaria de Educação é de que o texto seja aprovado pelo Conselho até o início de janeiro para que o novo currículo comece a ser implementado ainda em 2019. De acordo com Campello, as mudanças seriam executadas de maneira progressiva e seriam apresentadas aos profissionais da educação estadual durante a semana pedagógica, que acontece entre a última semana de janeiro e a primeira semana de fevereiro.

No entanto, a presidente do Conselho Estadual de Educação, Ana Tércia Contreiras, afirmou que mesmo recebendo o currículo na segunda, a entidade só deverá submetê-lo a apreciação após o recesso de 30 dias, cujo início está agendado para o dia 18 de dezembro.

A respeito do processo de avaliação, Contreiras afirmou que o texto será subordinado ao crivo dos 24 conselheiros, com atenção maior da Câmara da Educação Básica, que é o foco principal do currículo referencial. Quanto ao tempo que levará para que o texto enviado pelo governo do estado seja aprovado pelo Conselho, a presidente diz que não tem como prever, uma vez que, caso haja discordância da entidade sobre algum ponto, poderão ser feitas recomendações e o texto deverá ser devolvido para a Superintendência de Políticas para a Educação Básica para revisão.

Fonte BN




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