Edivaldo Brito não acredita em denúncia de racismo contra gerente da Caixa

 

Foto: Divulgação Bahia.ba

 

O vereador Edivaldo Brito, comentou o caso do empresário Crispim Terral, que recebeu um mata-leão de dois policiais em uma agência da Caixa Econômica Federal de Salvador, durante entrevista ao Bahia.ba nessa sexta-feira (01). De acordo com o vereador, dificilmente se conseguirá enquadrar o caso como crime de racismo, mas que provavelmente poderá ser enquadrado como injúria.

“O episódio nos leva a entender que houve uma injúria ali, porque ainda admitindo que o cliente tivesse se exacerbado com o gerente, havia o segurança que poderia contê-lo, o gerente se precipitou ao chamar a polícia. Ele deveria ter se portado como um profissional de banco, já que as pessoas que o procuram são clientes, não criminosos.Todo o episódio termina numa injúria, ai vem a questão do racismo, se fosse um cliente branco tinham tentado ajudar, mas em regra o negro é confundido sempre como uma pessoa fora da estrutura social. Pouquíssimos negros quando ascendem socialmente deixam de ser tratados assim, mas não é porque deixaram de ser negros, é porque deixaram de fazer o estereótipo de homem pobre, drogado, criminoso, como sempre acontece com o homem negro”, explicou.

*Bahia.ba – Editado por Blog do Valente