Em 5 dias polícia baiana apreende 212 kg de entorpecentes

Blitz, abordagens e ações de inteligência resultaram em 212 kg de drogas apreendidos em apenas cinco dias (13 a 17 de abril), na Bahia. Os casos aconteceram na capital e em seis cidades do interior.
Duas ocorrências foram de localização de plantações de maconha. Na zona rural de Seabra, 71 pés da erva (cerca de 35 kg) eram cultivados em um terreno baldio. Mudas também foram achadas por guarnições da 29ª CIPM. Já em Itaquara, o 19° BPM (Jequié) capturou um traficante e apreendeu 50 kg de maconha in natura colhidos.
Em outros três casos, as drogas eram transportadas em veículos. Dentro de um carro modelo Logan, que passava pela BR-324, em Feira de Santana, a Cipe Litoral Norte localizou 11 kg de maconha prensada escondidos no forro do banco traseiro. Um casal acabou preso em flagrante.
Na cidade de Cândido Sales, a cadela Kate, da 80ª CIPM, farejou 5 kg de cocaína dentro da mochila de um passageiro. O ‘viajante’ foi preso em flagrante. O último caso ocorreu em Salvador, durante blitze da 58ª CIPM (Cosme de Farias). Três homens, dentro de um carro modelo Celta, transportavam 21 kg de maconha, cocaína e crack. Os traficantes foram abordados e detidos.
 
Laboratório de cocaína
Em Porto Seguro, município distante 770 km da capital, o 8° Batalhão da Polícia Militar desarticulou um laboratório para refino de cocaína. Cerca de 50 kg de entorpecentes, prensa hidráulica, entre outros itens foram encontrados.
Por fim, o trabalho conjunto da 7ª Coorpin (Ilhéus) e Superintendência de Inteligência (SI) da SSP culminou na apreensão de 40 kg de maconha prensada. A droga estava dentro de uma caixa de papelão. Um criminoso acabou preso.
“Fechamos 2018 com mais de 20 toneladas de drogas apreendidas, na Bahia, um recorde. Sabemos que será difícil superarmos este ano, mas o trabalho de combate ao tráfico de drogas continua sendo realizado”, comentou o secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa. Acrescentou que é imprescindível a implantação de um Plano Nacional de Segurança, haja vista que a maior parte dos entorpecentes são plantados e confeccionados em países vizinhos do Brasil.

Fonte: Ascom/Alberto Maraux



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