Lava Jato atuou para manipular opinião pública, criminalizar o PT e prender Lula, avalia Robinson

Para parlamentar, força tarefa interferiu no processo eleitoral

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) avaliou, em posts no Twitter, que a revelação de uma série de mensagens trocadas pelo aplicativo Telegram entre 2015 e 2018 pelo ex-juiz e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato, expõe uma relação promiscua, grave e comprova a atuação política da força-tarefa que levou à prisão, em abril de 2018, o ex-presidente Lula. A Constituição de 1988 determina que não haja vínculos entre o juiz e as partes em um processo judicial. Para que haja isenção, o juiz e a parte acusadora –neste caso, o Ministério Público– não devem trocar informações nem atuar fora de audiências, como aconteceu, segundo reportagens do site ‘The Intercept Brasil’, com Sergio Moro e os procuradores da Lava Jato.
“As revelações do @TheInterceptBr tornam clara a atuação imparcial, política e espúria dos principais operadores da lava jato, esse instrumento político que ajudou a eleger Bolsonaro, destroçou a economia nacional e compromete nossa soberania”, escreveu o parlamentar. “As revelações do @TheInterceptBr são provas contundentes da atuação política e fraudulenta da lavajato e de que o presidente @LulaOficial é inocente, preso político, encarcerado para que nao fosse eleito e impedisse as reformas e medidas que tanto mal fazem ao Brasil #LulaLivreJá”, enfatizou Robinson, para quem a operação Lava Jato “atuou para manipular a opinião pública, interferir no processo eleitoral, criminalizando o PT e encarcerando um inocente, líder das pesquisas, o presidente @LulaOficial”.