A regulamentação do serviço moto-taxi

A polêmica do momento é regulamentação do serviço moto-taxi em Santo Antônio de Jesus. A prefeitura resolveu mexer numa casa de maribondos em pleno ano eleitoral. Entre as propostas de maior polêmica e resistência entre os moto-taxistas estão a quantidade ideal de motos a serem legalizadas e a pintura da moto numa cor padrão, no caso verde, coincidentemente a cor da prefeitura. Segundo o Superintendente de Transito a cor foi escolhida numa reunião com proprietários de empresas de moto-taxi. A oposição questiona e aproveita o embalo da multidão que não quer pintar a moto alegando que vai perder o valor na hora de uma revenda. A organização deste serviço é que se tornou praticamente essencial diante da ineficiência do transporte coletivo. Satisfazer a maioria é muito difícil. O povo é relutante a mudanças. A coisa estava muito desordenada. Bastava comprar uma moto, dois capacetes e se dizer moto-taxi. Não se pagava nenhuma taxa, não era necessário fazer nenhum registro. A mudança vai ser grande, seja agora através da prefeitura ou através de uma lei federal que já tramita no congresso (leia baixo). Sobre a pintura da moto, há quem defenda a fixação de plotagem , capacetes e coletes numa cor padrão. A prefeitura alega a plotagem é adulterável. Em Feira de Santana houve a mesma polêmica. Hoje as motos legalizadas, pintadas numa cor padrão definida pela prefeitura, são protegidas pela fiscalização aos clandestinos, tem seus pontos determinados pela prefeitura e ganham a confiança de quem precisa do serviço, o usuário já sabe qual a cor da moto confiável na hora de fazer uma entrega ou se deslocar. É uma mudança necessária e que vai causar insatisfação. Mas, o mais importante é a satisfação e a segurança do usuário. Sobre a regulamentação do serviço moto-taxi você concorda que as motos devem ser pintadas numa cor padrão? Vote na emquete!