
O comércio brasileiro deve receber um volume recorde de R$ 5,4 bilhões durante a Black Friday deste ano, que tem como marco a sexta-feira da próxima semana (28). A estimativa é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que aponta alta de 2,4% em relação ao mesmo período do ano passado, já considerando a inflação.
Segundo o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, o levantamento considera não apenas o dia da Black Friday, mas todo o impacto ao longo do mês de novembro. “Isso é uma característica da Black Friday brasileira”, afirmou à Agência Brasil.
Atualmente, a Black Friday ocupa o quinto lugar entre as datas mais importantes para o comércio, atrás do Natal, Dia das Mães, Dia das Crianças e Dia dos Pais. O período é marcado por grande volume de ofertas e forte apelo de vendas, mas também pela atuação de golpistas, o que exige atenção redobrada dos consumidores.
Para garantir compras mais seguras, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, disponibiliza um guia com orientações:
Desconfie de descontos exagerados: acompanhe o histórico dos preços e compare antes de comprar.
Pesquise a reputação da loja, especialmente em plataformas pouco conhecidas.
Cheque prazos de entrega e política de reembolso antes de finalizar a compra.
Prefira sites seguros, identificados por “https” e ícone de cadeado no navegador.
Direito de arrependimento: compras online permitem devolução em até sete dias com reembolso total.
Consumidores que suspeitarem de fraude ou propaganda enganosa podem denunciar no consumidor.gov.br ou no Procon do estado.




