Vodka ingerida pelo rapper Hungria era falsificada, mas sem contaminação por metanol

Perícia confirma que a bebida consumida pelo cantor era adulterada, mas nega a presença da substância tóxica; equipe médica informa que paciente não corre risco de perder a visão.

Foto: Reprodução / Redes Sociais de Hungria

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu a perícia nas amostras da vodka ingerida pelo cantor Gustavo da Hungria Neves, conhecido como Hungria Hip Hop, de 34 anos, e descartou a contaminação por metanol. O rapper está internado desde a última quinta-feira (02), após apresentar sintomas de intoxicação.

Segundo a investigação, o resultado da perícia da PCDF apontou que, embora as bebidas alcoólicas não estivessem contaminadas com a substância tóxica, a análise química confirmou que uma das vodkas consumidas pelo cantor era falsificada. As amostras foram analisadas minuciosamente e nenhuma indicou a presença de metanol.

Na tarde desta sexta-feira (03), a equipe médica responsável pelo tratamento do rapper concedeu uma coletiva de imprensa detalhando o quadro de saúde do cantor. O médico assistente, Leandro Machado, informou que Hungria apresenta melhora clínica.

O profissional destacou que um dos sintomas apresentados pelo artista foi visão turva, mas garantiu que “ele não corre risco de perder a visão”, após avaliação de oftalmologistas. O médico ressaltou que a agilidade no atendimento foi crucial para reverter qualquer possibilidade de cegueira.

Hungria segue internado no Hospital DF Star, em Brasília, sob acompanhamento médico.