Carnaval: Especialista alerta sobre a ‘Doença do beijo’

Foto: reprodução/ alôalô Bahia

A mononucleose infecciosa, também conhecida como Doença do Beijo é uma das infecções mais comuns contraídas através desse tipo de contato. Especialistas alertam que o Carnaval favorece a proliferação deste vírus.

Ao contrair o vírus a pessoa infectada nunca mais se livra completamente dele. O vírus fica “morando” na garganta ou nas amígdalas do indivíduo que, periodicamente, o elimina na saliva.

Ao entrar em contato com uma pessoa que o está expelindo, ainda que ela não esteja doente naquele momento, poderá se infectar.

A infectologista Carolina Lázari, do Grupo Fleury, explica que de 90% da população adulta possui anticorpos contra o vírus, pois já o contraiu em algum momento.

Adolescentes e adultos jovens de 15 a 25 anos, costumam apresentar sintomas como febre, dor de garganta e aumento de linfonodos. Manchas vermelhas pelo corpo e aumento do fígado e baço compõem os sintomas.

Os sintomas podem durar de duas a três semanas.

Não existe um remédio específico para mononucleose, portanto, são tratados apenas os sintomas.

Em casos de aumento do baço, o descanso é importante, pois em situações extremas ele pode se romper.

 



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