Salvador é a 7ª pior capital brasileira no índice Firjan

Foto: Prefeitura Municipal de Salvador/divulgação

O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) classificou Salvador como a 7ª pior capital do Brasil ao se considerar as condições de geração de emprego e renda, educação e saúde. Foram analisadas, na capital baiana, as capacidades de gerar emprego formal, atender crianças nas escolas e em hospitais, como também distorções entre a idade e a série em que os alunos da capital estão, a média de horas de aula diárias, o resultado do IDEB no ensino fundamental, o número de óbitos infantis por causas evitáveis, entre outras qualidades durante o ano de 2016. O índice avaliou 5471 municípios utilizando dados de estatísticas públicas oficiais do Ministério do Trabalho, Ministério da Educação e Ministério da Saúde; com periodicidade anual, recorte municipal e cobertura nacional. Em uma escala que varia entre 0 (valor mínimo) e 1 (ponto máximo), Salvador foi classificada, no índice geral que une educação, saúde e emprego, em 0,7312, valor moderado de acordo com o Sistema Firjan, que organiza o IFDM. Para o método, os soteropolitanos tem a  7ª melhor geração de emprego e renda do país, perdendo para cidades como Teresina, Cuiabá e Florianópolis. Situação diferente acontece com a educação: a primeira capital do Brasil tem o terceiro pior índice educacional (0,67611). Na saúde, o índice mostra Salvador entre as oito piores capitais no quesito (0,795219). O primeiro lugar do ranking geral ficou com Teresina (Piauí) que alcançou a marca de 0,827458, considerada alta para a entidade. Já o último lugar pertence ao Macapá (Amapá), que cravou 0,644611 no índice.

*BN