Esta semana ouvimos  duas afirmações diferentes sobre a existência e utilização dos grupos polÃticos Jacu e Beija-flor. De um lado Humberto leite reafirmou que sua campanha vai utilizar este mote, que ele é o legÃtimo representante do Beija-flor. âMinha candidatura é uma candidatura do Beija-flor e nunca vamos nos juntar ao jacuâ, disse ele em entrevista ao programa Estúdio Livre desta quinta-feira. Já no Levante a Voz de hoje (01) o ex-prefeito Ãlvaro Veloso Bessa, que podemos afirmar que derrotou duas candidaturas que insistiam nesta briga de pássaros  e mostrou que o povo não é tão fiel a estes grupos disse que respeita, mas este tipo de polÃtica já está ultrapassado. No programa Estúdio Livre o vereador Faustino Cunha que viu estes dois grupos nascerem e fez parte dos dois, afirmou também que esses grupos não pesam mais na decisão do eleitorado. Alvaro e Faustino estão com razão. Até porque uma polarização ou rivalidade só existe se houver  partes. Se de um lado Humberto se diz Beija-flor contra o Jacú, do outro lado ninguém se diz Jacú. Euvaldo não utiliza isso, boa parte do Beija-flor apóia Euvaldo como o filho do maior lÃder que este grupo já teve Coque Machado hoje é secretário do prefeito Euvaldo Rosa.  Humberto pode até estar certo em tentar atingir uns 15% do eleitorado que ainda tem o sentimento Beija-flor, o problema é que estes 15% ficarão na dúvida qual liderança realmente representa o Beija-flor, principalmente se Dr. Leonel Cafezeiro se aliar ao grupo do prefeito. Apostar no sentimento Beija-flor pode ser interessante para uma tentativa de uma boa largada, mas esse não pode ser o mote principal da campanha.Â




