O Dia Mundial do Trabalho foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris, A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época.
No Brasil, como não poderia deixar de ser, as comemorações do 1º de maio também estão relacionadas à luta pela redução da jornada de trabalho. A primeira celebração da data de que se tem registro ocorreu em Santos, em 1895. A data foi consolidada como o Dia dos Trabalhadores em 1925, quando o presidente Artur Bernardes baixou um decreto instituindo o 1º de maio como feriado nacional. Com Getúlio Vargas, o 1º de maio ganhou status de ?dia oficial? do trabalho. Era nessa data que o governante anunciava as principais leis e iniciativas e, depois, o reajuste anual do salário mínimo ou a redução de jornada de trabalho para oito horas. Vargas criou o Ministério do Trabalho, promoveu uma política de atrelamento dos sindicatos ao Estado, regulamentou o trabalho da mulher e do menor, promulgou a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garantindo o direito a férias e aposentadoria.
Neste sentido, naturalmente, a reflexão das lutas históricas passadas torna-se essencialmente importante, como aprendizagem para as lutas atuais. A luta de hoje, como a luta de sempre, por parte dos trabalhadores, reside em manter todos os direitos constitucionais adquiridos e buscar mais avanços na direção da felicidade do ser humano.
O Estúdio Livre desta quinta feira (02), será realizado na Rádio Andaiá FM, às 17:30, e contará com a participação de:
Aline Patrícia – Sindicato dos Comerciários
Anatália Mercês – Sindicato dos Comerciários
Valdemir Souza – Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil
Glicério Sampaio – Sindicargas
Madalena Santos – APLB
Sônia Silva – APLB



