
A Corregedoria da Polícia Militar da Bahia vai apurar se o miliciano Adriano Nóbrega, morto neste domingo (09) após uma suposta troca de tiros com policiais da corporação, de fato morreu nessas circunstâncias. Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, a investigação vai durar 30 dias, prorrogáveis por mais 30.
De acordo com publicação da Época, a medida é considerada preventiva para se ter certeza de que não houve uma execução, conforme ele disse para seu advogado, Paulo Emílio Catta Preta, que ocorreria. Adriano temia ser vítima de queima de arquivo.
O Ministério Público do Rio de Janeiro explicou que, ‘em razão do local do fato, as circunstâncias da morte do foragido da Justiça serão apuradas pelas estruturas locais com atribuição, conforme determina a lei’. Portanto, a cooperação entre as autoridades baianas e fluminenses é considerada inevitável.


