Entidades empresariais dizem que prefeitura de SAJ não ampliou leitos de UTI exclusivos para a Covid-19, como foi feito em outras cidades

As Entidades Empresariais (ACESAJ, CDL e SINCOMSAJ) em Santo Antônio de Jesus  com o Sindicato Patronal de Bares, Restaurantes e Hotéis (SINDBARH), encaminharam para a administração municipal um ofício onde sugerem medidas de enfrentamento ao novo coronavírus em decorrência abertura e funcionamento do comércio na cidade.

No documento enviado a prefeitura nesta sexta-feira (24), as entidades apontam as perdas econômicas do município após o decreto de paralisação das atividades comerciais e  pontua o posicionamento das Entidades sobre as ações tomadas contra a covid-19 na cidade, e as ações que deverão ser tomadas com a retomada do comércio.

A Associação ainda diz que restringir horário de funcionamento do comércio, bancos e lotéricas, como também reduzir a frota de transportes públicos não tem o efeito pretendido, resultando  em maiores aglomerações pelo aumento da densidade de atendimento e pela explosão da demanda reprimida no momento de abertura.

Além disso, as entidades empresariais  dizem ter observado que Santo Antônio de Jesus não criou nem ampliou a quantidade de leitos de UTI. “Tem-se observado que cidades da região, a exemplo de Conceição do Almeida, Cruz das Almas, Amargosa e Valença, tiveram criados ou ampliados os seus leitos de UTI, exclusivos para enfrentamento da pandemia. O mesmo não ocorreu em Santo Antônio de Jesus, que tinha previsto a ampliação de 10 leitos exclusivos para a Covid-19, acabou com a previsão de criação de apenas dois leitos, a serem anexados ao Posto de Pronto Atendimento  com inauguração ainda indefinida. Acreditamos que essa indefinição tem impactado negativamente no processo de abertura do comércio e nos propomos a ajudar no que for possível”.

 

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