As vésperas da Copa do Mundo empresas ainda não decidiram esquema de funcionamento

Faltando menos de um mês para o Brasil receber a Copa do Mundo, cerca de 44% das empresas ainda não decidiram como será a jornada de trabalho durante o mundial. A pesquisa foi realizada com 587 companhias de São Paulo e os dados foram divulgados pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

De acordo com o estudo, pouco mais de 10% das companhias e indústrias não devem suspender suas atividades nos dias de jogos da Seleção Brasileira. Nessas datas, cerca de 33% vão parar e fazer os funcionários compensarem as horas perdidas e 8,5% delas, vão interromper os trabalhos sem realizar a compensação da carga-horária.

O levantamento revela ainda que mais de 12% das empresas não devem funcionar em dias de jogos, pelo fato de serem cidades cede.

Se analisarmos os dados de maneira geral, a Copa acabará trazendo mais malefícios do que benefícios. Por mais que as construções realizadas fiquem no Brasil como salientou a Presidente Dilma Rousseff, os estádios só são de utilidade para o setor privado, uma vez que, os clubes, por mais que seja paixão nacional, ninguém sabe o que é feito com o dinheiro arrecadado. Simplesmente não prestam contas a ninguém.

As obras dos estádios estão prontas, porém percebe-se a dificuldade de conclusão de obras no entorno e de mobilidade urbana. Um exemplo desse fato, o metrô de Salvador continua a passos lentos. Os aeroportos de todo o Brasil não conseguiram realizar as reformas prometidas.

Em conformidade com o que é afirmado por uma porcentagem da população, o Brasil não está preparado para receber um mundial. A saúde, a segurança pública e a educação estão cada vez mais necessitados de atenção, mas se gasta milhões para fazer bonito apenas para olharem.