
Na última tercça-feira(22), o Programa Viver Melhor, na rádio FM Andaiá, abordou os perigos da cama compartilhada entre pais e filhos. Para debater esse tema, o programa recebeu a pediatra Dra. Danielle Lisbou e Luciana Nery psicóloga.
De acordo com a psicóloga Luciana Nery, as situações dos filhos dormirem com os pais não ocorrem somente na fase de desenvolvimento infantil, mas também “com crianças com 10 a 15 anos, sentindo a necessidade de dormir na cama com os pais”.
Ela ainda informou que pela Sociedade Brasileira de Pedriaria, “não é aconselhável compartilhar a cama quando a criança nasce, porque existe o risco de morte súbita é uma realidade, por isso em nenhuma fase é recomendada”.
Para a psicóloga é necessário ter um bom senso, considerado que “na fase do aleitamento, é complicado para mãe fazer o caminho do quarto do filho e retornar para o dela em um curto prazo”, portanto nesse caso, é viável nos primeiros meses de vida o quarto compartilhado, isto é, “que a criança a criança tenha um berço portátil que esteja perto dos pais, porque facilita para mãe e ela precisa descansar”.
Luciana ainda explicou que no momento em que a amamentação passa a ser intercalada com outra alimentação, é necessário que “os pais comecem fazer a transição para o quarto dos filhos, mesmo sendo difícil, pois quanto mais os pais prorrogam essa saído do filho, mais sofrido será para ambos já que a criança não tomará essa iniciativa”.

No que diz respeito ao assunto abordado, Dr. Danielle Lisbou informou que a OMS preconiza o quarto compartilhado, mas não a cama compartilhada, devido os inúmeros acidentes que podem ocasionar como situações de esmagamento acidental, casos de país que fazem uso de fármacos soníferos, entorpecentes e até mesmo em caso de sufocamento nos lençóis ou no próprio risco de sufocamento no seio da mãe.
Confira o programa na íntegra:
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