SAJ: coordenador da 4ª Coorpin fala da onda de violência na cidade e afirma que mortos no ataque da feira livre não tinham ligação com a criminalidade

Policia civil e militar trabalham em conjunto para combater a criminalidade
Dr. Joaquim Pereira, coordenador da 4ª Coorpin

Em entrevista ao Programa do Valente nesta terça-feira (23), o coordenador da 4ª Coorpin em Santo Antônio de Jesus, Dr. Joaquim Pereira falou sobre as operações policiais realizadas para o combate a crescente violência na cidade.

Segundo informou ao radialista Léo Valente, Joaquim Lopes disse que a Polícia Civil e a Polícia Militar estão trabalhando em conjunto.

“Estivemos reunidos no Batalhão a semana passada e temos mantidos esta parceria justamente para fazer esse trabalho de combate à criminalidade”, ressalta o coordenador.

Em relação a operação, onde três homens morreram em confronto com policiais na noite de segunda-feira (22), na BR-101, nas proximidades do Trevo de Amargosa, o delgado Joaquim Pereira, informou que as investigações estão em curso. Ainda conforme o delegado, há indícios que, ao menos um dos suspeitos mortos, estaria ligado ao ataque na Feira livre no início da noite de domingo.

“ocorreu esse auto de resistência e três indivíduos acabaram morrendo em confronto com a Polícia Militara. Há fortes indícios que eles participaram do atentado na feira, onde duas pessoas morreram e vários ficaram feridos. Nós estamos investigando e a delegada Corina tem feito um trabalho incessante através de nosso setor de homicídios. Posso garantir que mais cedo possível iremos dar resposta à sociedade”, garante.

 

Na noite de domingo um grupo de pessoas realizava uma comemoração nas proximidades da feira livre quando homens armados a bordo de uma motocicleta chegaram atirando contra o grupo de pessoas. Dois homens morreram e várias pessoas acabaram feridas, dentre elas uma criança de 1 ano. De acordo com o delegado, as vítimas não teriam ligação com a criminalidade.

“Durante as investigações, ficou comprovado que as duas vítimas que morreram neste atentado não tinham ligação com a criminalidade. Estamos investigando se os tiros deflagrados seriam para uma outra pessoa que estava no local. Estamos fazendo um levantamento para chegarmos a uma conclusão. Não temos dúvidas de que se trata de pessoas ligada ao tráfico de drogas, mas não sabemos a quem foi direcionado”, explica.

O coordenador completou a entrevista ressaltando que tanto a polícia civil quanto a militar tem recebido reforço e apoio de suas coordenadorias para combater a criminalidade no município e na região.

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