
O abate clandestino de animais tem se tornado um problema cada vez mais grave, levantando preocupações sobre a segurança alimentar e a saúde pública.
Em uma entrevista ao Programa do Valente, o diretor da Frigosaj Elenilson Ribeiro falou sobre as doenças associadas ao consumo de carne de abate clandestino e a necessidade de aumentar a fiscalização.
Outra grande preocupação são a respeito de órgão do animal de abate acometido por alguma doença.
- Promotora do MP avalia grade do São João de Santo Antônio de Jesus como “bem arrumada” e diz que festa não deve perder brilho
- Corredora de Santo Antônio de Jesus acompanha rotina de garis e destaca esforço da categoria
- Liminar determina que supermercados de Santo Antônio de Jesus funcionem apenas até as 14h nesta quinta-feira
Elenilson enfatizou que, quando há uma condenação de órgãos em um animal, geralmente apenas aqueles órgãos são descartados, como fígado, pulmão ou rim. O restante da carcaça não é condenado. No entanto, quando a carcaça está contaminada com doenças como a Cisticercose, ela é totalmente descartada.
O diretor mencionou a importância de conscientizar as pessoas sobre os perigos do consumo de carne clandestina. Ele destacou doenças como a tuberculose, que afeta tanto bovinos quanto suínos, e ressaltou casos em que pessoas foram afetadas por doenças transmitidas por carne não inspecionada.
Quando questionado sobre o papel da fiscalização na prevenção do abate clandestino, o diretor da Frigosaj indicou que a estrutura dos órgãos fiscalizadores permanece praticamente a mesma. Ele expressou a dificuldade enfrentada e ressaltou a necessidade de campanhas persistentes e educativas para conscientizar a população.
A falta de fiscalização adequada tem contribuído para o aumento do abate clandestino, principalmente de bovinos. Elenilson enfatizou a importância de campanhas educativas e punitivas, bem como de um aumento na fiscalização para combater essa prática ilegal.
No intuito de trazer mais conscientização, Elenilson Ribeiro mencionou a possibilidade de realizar palestras em escolas e convidar as pessoas para visitar o frigorífico e presenciar o processo de abate. Ele ressaltou a importância de educar as pessoas sobre os riscos do consumo de carne clandestina, destacando que é preciso agir diante do aumento preocupante desse tipo de prática.
Em suma, o abate clandestino de animais representa um sério risco para a saúde pública. A falta de fiscalização adequada tem permitido que esse problema persista e se intensifique. É fundamental aumentar os esforços de fiscalização, bem como promover campanhas educativas contínuas para conscientizar a população sobre os perigos do consumo de carne não inspecionada. Somente assim será possível garantir a segurança alimentar e a saúde de todos.
Ver essa foto no Instagram



