Universidades não são espaços de “balbúrdia”, diz ministra

Foto: Foto: Diego Galba (ASCOM/MCTI)

Nesta quarta-feira (12), a ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, enfatizou que as universidades públicas não são espaços de “balbúrdia”. A declaração da ministra foi uma resposta às críticas feitas pelo ex-ministro da Educação do governo de Jair Bolsonaro, Abraham Weintraub, que acusava as instituições de ensino superior de desperdiçarem dinheiro público em atividades consideradas inadequadas.

Durante um discurso proferido no Palácio do Planalto, durante a cerimônia de entrega de medalhas da Ordem Nacional do Mérito Científico, a ministra Luciana Santos expressou a valorização dos cientistas, pesquisadores e pesquisadoras que foram perseguidos e ameaçados durante o governo anterior, que, segundo ela, sufocou a ciência, desqualificou as universidades e desacreditou a inteligência brasileira.

A ministra afirmou: “Nós não achamos as universidades espaços de balbúrdia. Nós achamos nossas universidades espaços de excelência”. Com essa declaração, Luciana Santos reforçou a importância das instituições de ensino superior como centros de produção do conhecimento científico e tecnológico, ressaltando que são locais de excelência acadêmica, pesquisa e formação de profissionais qualificados.

Essa afirmação da ministra da Ciência e Tecnologia destaca uma mudança de postura em relação à gestão anterior, que frequentemente criticava e desvalorizava as universidades públicas, contribuindo para um clima de desconfiança e desprestígio em relação à ciência e à pesquisa no país.

Luciana Santos enfatizou o compromisso do atual governo em valorizar e fortalecer as universidades públicas, reconhecendo seu papel fundamental na produção de conhecimento e no desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. Sua declaração reforça a importância de apoiar e investir nas instituições de ensino superior, a fim de promover um ambiente propício à inovação, ao avanço científico e ao progresso do país como um todo.