
O médico ortopedista baiano Perseu Ribeiro Almeida, de 33 anos, morto em um quiosque na Praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com dois amigos, morava em Jequié e trabalhava na cidade de Ipiaú, onde administrava uma Clínica, que teria herdado do pai.
O baiano se formou no Instituto Mantenedor de Ensino Superior da Bahia (UniFTC), em 2017, e fez residência médica em Ortopedia e Traumatologia pelo COT/Martagão. Ele foi médico do Hospital Cárdio Pulmonar, em Salvador e de outras unidades de saúde no interior do estado.
Perseu também era especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Segundo Ednaldo Santos, amigo de Perseu Almeida, o médico viajou para o Rio de Janeiro uma semana antes do crime, onde participaria de um congresso internacional de ortopedia, e tinha previsão de volta para a Bahia neste sábado (7).
“Era uma pessoa muito alegre, todo mundo gostava muito dele. Ele era humano e não saía da clínica sem atender ninguém. Atendia até quem não podia pagar”, disse o amigo.




