A Petrobras divulgou no último sábado (9), uma nota onde explica a destruição de registros de áudio de reuniões do Conselho de Administração da companhia. Segundo o comunicado, o Regimento Interno do conselho prevê que as gravações das reuniões serão eliminadas quando for feita a ata dos encontros. “Trata-se de previsão contida no Regimento Interno do conselho, comprovadamente desde 1968, e mantida nas diversas revisões realizadas até hoje, com destaque à revisão aprovada pelo Conselho de Administração em 28/06/2002, quando todos os documentos de governança, entre eles o Regimento Interno do conselho, foram adequados à reforma da Lei das S.A. e a projeto de ingresso no Nível 2 da Bolsa de Valores de São Paulo”, informa.Ainda segundo a Estatal, a partir do início das investigações dos escritórios externos independentes contratados em outubro de 2014, a companhia, por orientação dos escritórios, preservou os áudios das reuniões do Conselho de Administração ainda existentes. “Essa medida permitiu que a companhia mantivesse preservados os áudios das reuniões de setembro de 2014 até os dias atuais”, acrescenta a nota. (Metro1)


