FITNESS: Dez informações sobre o Whey Protein que você precisa saber

Alguns especialistas acham que ele é necessário, outros nem tanto. Mês passado a ANVISA – Agência de Vigilância Sanitária proibiu a comercialização de 21 marcas. Então, a dica de número zero, é prestar atenção na idoneidade do produto.

1. O que é?

Suplemento a base do soro do leite, carboidrato e gordura. O soro, o principal item do produto, pode variar a depender do tipo que pode ser concentrado, isolado ou hidrolisado.

2. Sua utilidade?

Ele é usado por pessoas que querem aumentar sua massa muscular. Com a atividade física o músculo lesiona e o produto ajuda na regeneração e reconstrução, aumentando a massa muscular. Ela deve ser consumida após o exercício.

3. Que deve tomar?

O suplemento deve ser consumido por pessoas que não conseguem contar com uma alimentação rica em proteínas. O exercício deve ser feito por pessoas que praticam bastante exercício físico.

4. Faz mal?

O ingestão excessiva de proteína faz com o que o rim trabalhe mais, porque obriga o organismo a produzir ureia. As pessoas que já têm problemas renais não é recomendado que utilize sem acompanhamento médico já que podem causar problemas graves no orgão.

5. Engorda?

Pode engordar se consumido em exagero. Trinta gramas de whey equivalem a 120 calorias.

6. Substitui refeições?

O whey não possui nutrientes suficientes para substituir refeições, ou seja, não pode substituí-las.

7. Pode gerar problemas à saúde?

Não existem estudos que comprovem isso, nem em curto e nem a longo prazo.

8. Quantidade para cada pessoa?

 De 1 a 1,2 gramas de proteína para cada quilo do peso. Ou seja, quem pesa 70 quilos consumirá de 70 a 82 gramas.

  9. Quando dever ser consumido?

 Embora já existam estudos que atestam que a hora é insignificante, os nutricionistas recomendam tomar após os exercícios. Isso porque o músculos estão “frageis” e precisam se regenerar.

 10. Tem o aval da ciência?

 Pequenas pesquisas já encontraram comprovações positivas no desenvolvimento da massa muscular. Em 2012 um trabalho holandês, com 680 pessoas, constatou que o suplemento favorecia os exercícios de força.