
Desde esta segunda-feira (1º), os planos de saúde são obrigados a oferecer o implante contraceptivo hormonal Implanon para pessoas de 18 a 49 anos. O método, que previne a gravidez por até três anos, é uma pequena haste flexível inserida sob a pele do braço, responsável por liberar continuamente o hormônio etonogestrel, derivado da progesterona, que bloqueia a ovulação.
Em caso de negativa de cobertura, a orientação é que a beneficiária registre reclamação junto à operadora do plano. Caso não haja solução, a recomendação é acionar a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) pelos canais oficiais.
O Ministério da Saúde já havia confirmado, em julho, a incorporação do Implanon ao Sistema Único de Saúde (SUS). A previsão é que a rede pública disponibilize o contraceptivo ainda em 2025.
Apesar da eficácia, o método não é indicado para mulheres com histórico de câncer de mama, doença hepática grave, sangramento vaginal sem diagnóstico ou alergia ao etonogestrel.




