
O setor supermercadista brasileiro alcançou faturamento recorde de R$ 1,14 trilhão em 2025, conforme levantamento divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados. O desempenho evidencia a relevância do segmento, que já responde por mais de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
O resultado considera diferentes formatos de varejo alimentar, incluindo atacarejos, supermercados tradicionais, minimercados, lojas de conveniência e o comércio eletrônico. Dessa forma, o crescimento reflete a diversificação do setor e sua adaptação às mudanças no comportamento do consumidor.
Além do volume financeiro, o segmento também se destaca pelo impacto social. Atualmente, são mais de 439 mil lojas em operação no Brasil, responsáveis por cerca de 9 milhões de empregos diretos e indiretos, o que reforça sua capilaridade e presença em todo o território nacional.
O avanço do setor também está associado à expansão do modelo de atacarejo, que combina preços mais baixos com compras em maior volume, além do fortalecimento de estratégias de proximidade no varejo tradicional, com lojas menores e voltadas à conveniência.
Paralelamente, o comércio eletrônico de alimentos segue em crescimento, impulsionado pela digitalização e pela busca por praticidade. A integração entre canais físicos e digitais tem sido priorizada pelas redes, com o objetivo de melhorar a experiência do consumidor e ampliar a eficiência operacional.
Para os próximos anos, a expectativa é de continuidade no foco em produtividade, controle de custos e competitividade de preços, diante de um cenário econômico ainda desafiador. Assim, fatores como escala, inovação tecnológica e proximidade com o cliente tendem a permanecer como determinantes para o crescimento do setor.


