Após protesto de estudantes, diretora do NTE 21 afirma que manutenção e melhorias serão feitas no Colégio Clóvis Ezequiel

Lilia Cristina disse que recursos para manutenção já foram liberados, anunciou melhorias na merenda e confirmou obras na unidade escolar.

Foto: Blog do Valente

Após estudantes do Colégio Professor Clóvis Ezequiel realizarem uma caminhada pelas ruas de Santo Antônio de Jesus, na manhã desta segunda-feira (20), em protesto por melhorias na escola, a diretora do Núcleo Territorial de Educação 21 (NTE 21), Lilia Cristina, afirmou que houve atraso no repasse dos recursos de manutenção, mas informou que a verba já foi liberada. Ela também disse que haverá melhorias no cardápio da merenda escolar.

“Eles trouxeram as pautas e nos ouviram sobre o que já estávamos tratando desde quinta-feira, como a chegada de material, que já está providenciada para a escola. Houve um pequeno atraso nas verbas de manutenção, mas a verba já chegou. Nossas nutricionistas estão sempre dentro da escola para ampliar e melhorar o cardápio escolar.”, reiterou.

Entre as principais reivindicações dos estudantes estão a melhoria da merenda escolar, investimentos em infraestrutura e segurança, ampliação do quadro de professores e do apoio pedagógico, além de mais transparência na aplicação dos recursos públicos e ações de combate à violência e ao vandalismo no ambiente escolar.

Ao comentar as demandas relacionadas à estrutura da escola, Lilia Cristina afirmou que a empresa responsável pela construção do Colégio Professor Clóvis Ezequiel retornará à unidade para realizar os serviços de manutenção. Ela também disse que parte dos reparos é necessária por causa de danos provocados por alunos e anunciou a implantação do projeto “Quem Ama, Cuida”, voltado à preservação do patrimônio escolar.

“Sobre a estrutura física: o prédio do Clóvis Ezequiel é robusto e muito lindo, uma entrega bacana da Secretaria de Educação através das políticas públicas do Estado da Bahia. Temos também um grupo de pós-obra, que trabalha com a manutenção do espaço após a entrega do prédio. Isso não acontece somente no Clóvis Ezequiel, mas em outros pontos pela Bahia. As empresas responsáveis pela construção vão até o local e fazem a manutenção necessária — seja no telhado, na ventilação, no escoamento de água ou na limpeza de calhas. Essas empresas já foram acionadas e estiveram lá, inclusive com a nossa equipe de estrutura física. Nossa engenheira da COINF esteve lá na quinta-feira à tarde, fez o levantamento, e a empresa responsável pela construção do Clóvis Ezequiel já está retornando esta semana para realizar essas manutenções. Vale salientar que parte dessas manutenções decorre do desgaste provocado pelos próprios alunos, que também não têm o devido cuidado. Trabalhamos isso fortemente aqui: eles têm destruído maçanetas de portas, quebrado portas, descargas, disjuntores… Coisas do dia a dia em que falta um zelo. Por isso, desde quinta-feira, conclamamos — e as meninas estão aqui — o projeto “Quem Ama, Cuida”, um projeto de preservação para cuidarmos do espaço físico do Clóvis Ezequiel e evitarmos tanto desgaste e manutenção.”, disse.