O empresário Cláudio Oliveira de Souza, 53 anos, morreu no último domingo (1º) em Salvador com suspeita de ter contraído o vírus H1N1. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Irecê, onde Cláudio morava, ele estava internado no Hospital Regional de Irecê e foi transferido para Salvador depois de ter o quadro agravado.
Primeiro, Cláudio foi internado no Hospital de Atendimentos Médicos de Irecê (Hami), no dia 17 de abril, de onde foi transferido, no dia seguinte, para o Hospital Regional Dr. Mário Dourado Sobrinho, em Irecê. Segundo informações do Hami, Cláudio foi transferido do Hospital Regional para o Hospital Especializado Octávio Mangabeira, no bairro do Pau Miúdo, em Salvador, mas não há informações sobre a data da transferência. A unidade é especializada em pneumologia.
Ainda de acordo com a Secretaria de Saúde de Irecê, a esposa de Cláudio também estava internada e sob suspeita de ter contraído H1N1, mas ela teve alta do mesmo hospital de Salvador para o qual o marido foi levado. A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) disse apenas que, até a última segunda-feira (2), haviam sido confirmados 10 óbitos em decorrência do vírus H1N1 no estado este ano, de um total de 45 casos confirmados.
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As mortes aconteceram nos municípios de Salvador (5), Vitória da Conquista (1), Teixeira de Freitas (1), Ibipeba (1), Boquira (1) e Bom Jesus da Lapa (1).
Amigos e familiares de Cláudio, que era conhecido como Rico, lamentaram o falecimento. Ele morava em Irecê, onde administrava uma empresa de construção civil, mas era natural do município de Caranana, distrito de Sobral, no Centro-Norte da Bahia, região de Irecê.
Uma cunhada do empresário escreveu no Facebook que Claudio morreu vítima do vírus H1N1 apenas 15 dias após ter contraído a gripe. Ela pediu que as pessoas se previnam e tomem a vacina contra o vírus. O corpo do empresário foi sepultado às 10h desta terça-feira (3) no cemitério do povoado de Gameleira de Barro Alto.



