Bahia gerou mais de 11 mil novos postos de trabalho em janeiro

A Bahia ocupa primeira colocação na geração de vínculos com carteira assinadas
Vagas de Emprego exclusivas para SAJ
REUTERS/Amanda Perobelli

A Bahia gerou mais de 11 mil novos postos de emprego com carteira assinada em janeiro de 2022. Neste período, foram 66.661 admissões e 55.382 desligamentos. Com este saldo, o estado passou a contar com 1.808.931 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,63% sobre o quantitativo do mês anterior. Os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan).

De acordo com os dados, de responsabilidade do Ministério do Trabalho, 19 dos estados do país criaram vagas no mês de janeiro. O país computou um saldo de 155.178 vagas, enquanto o Nordeste criou 5.388 postos – indicando variações relativas de 0,38% e 0,08% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente.

Em termos absolutos, a Bahia (+11.279 postos) ocupou a primeira posição na geração de postos celetistas entre os estados nordestinos. No conjunto dos 27 entes federativos, ficou na sétima colocação. Em termos relativos à variação do estoque, também se localizou em primeiro lugar no Nordeste e na sétima colocação no país.

Na Região Nordeste, a Bahia (+11.279 postos) foi seguida pelo estado do Maranhão (+591 postos) e por Pernambuco (+537 postos). Os outros seis estados nordestinos encerraram mais posições celetistas do que iniciaram: Rio Grande do Norte (-2.430 postos), Ceará (-1.508 postos), Sergipe (-1.253 postos), Paraíba (-984 postos), Piauí (-520 postos) e Alagoas (-324 postos).

A Bahia (+0,63%) também foi destaque sob o ponto de vista da variação relativa mensal do estoque. Os estados do Maranhão (+0,11%) e Pernambuco (+0,04%) ocuparam a segunda e terceira posições. Os outros estados nordestinos registraram variações negativas: Rio Grande do Norte (-0,55%), Sergipe (-0,44%), Paraíba (-0,23%), Piauí (-0,17%), Ceará (-0,13%) e Alagoas (-0,09%), completando o ordenamento.