Entidade cobra R$ 1,5 bilhão de empresas de apostas por acesso de crianças; entenda

Ação judicial alega falhas na proteção contra o ingresso de menores nas plataformas de apostas

A Educaafro processou nove empresas de apostas esportivas, exigindo uma indenização de R$ 1,5 bilhão devido à suposta facilitação do acesso de crianças e adolescentes às suas plataformas. As ações judiciais foram apresentadas na Justiça de São Paulo na última semana, e as empresas processadas foram autorizadas pelo Ministério da Fazenda a operar no Brasil.

Foto: Bruno Peres / Agência Brasil

De acordo com o Bahia Notícias, parceira do Blog do Valente, entre as plataformas citadas na ação estão PixBet, FlaBet, Bet da Sorte (Pixbet Soluções Tecnológicas), Bet Nacional, Mr. Jack Bet, PagBet (NSX Enterprise), além de SuperBet, MagicJackpot e LuckyDays (Superbet Brasil). A entidade alega que essas empresas não possuem mecanismos eficazes para bloquear o acesso de menores de idade, expondo-os ao risco de vício em jogos e comprometendo seu desenvolvimento saudável.

A ação judicial destaca que, além das apostas esportivas, os jovens podem acessar cassinos e jogos de roleta utilizando apenas o CPF de um adulto, sem a necessidade de consentimento ou conhecimento do titular do documento.