O Brasil contabilizou 831 casos de assédio eleitoral até esta quinta-feira (24), segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT). São Paulo lidera o ranking, com 107 denúncias, seguido pela Bahia, com 98, e pelo Ceará, com 51. Já Roraima e Amapá registraram os menores números, com 2 e 5 casos, respectivamente.

O MPT adotou medidas para conter o assédio eleitoral, instaurou 42 Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) e ajuizou 28 ações na Justiça do Trabalho. No primeiro turno, foram recebidas 590 denúncias, e no segundo, outras 240.
De acordo com o Metro 1, os números, embora significativos, são menores do que os de 2022, ano das eleições presidenciais, quando o MPT registrou mais de 3.600 denúncias.
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