Acusado de matar o filho de 1 ano já foi preso e internado na ala psiquiátrica por assassinar a mãe

Acusado de assassinar o filho de 1 ano e 11 meses tinha sido preso e internado na ala psiquiátrica da Papuda por matar a mãe. Paulo Roberto de Caldas Osório, 45 anos, tirou a vida do próprio filho de prenome Bernardo na última quinta-feira (5) após pegar a criança na creche. De acordo com o delegado, ele confessou o crime e relatou que dopou a criança com medicamentos controlados e depois jogou numa mata na BR-020. Segundo o site Metrópoles, a mãe do garoto, Tatiana da Silva, 30 anos, informou que a criança foi levada pelo pai na sexta-feira (29/11), e que ele mandou uma mensagem dizendo que não iria retornar, pois estava fugindo e não deu mais notícias, ““Ele [o ex-marido] sofreu um ataque psicótico antes de pegar meu filho. A relação sempre foi tranquila para ficar com a criança, mas acho que ele deve ter feito isso depois que entrei com um processo de pensão alimentícia”, destacou. Tatiana falou ainda que procurou a polícia temendo o ex-marido fazer algo com o filho, “Os policiais me ligaram ontem à noite. É uma dor que faz o peito, a barriga e as costas doerem. Não passa. Só alivia quando eu choro. Não quero ver e nem falar com ele. Fez isso por causa de dinheiro, porque pedi pensão. É vingança”, afirmou. Conforme a polícia, Paulo já foi preso após matar a mãe no dia 12 de março de 1992, na 712 Sul. Na época, ele tinha 18 anos e atacou a mãe de prenome Neusa assim que ela chegava de uma caminhada no Parque da cidade.

Ele pensou se tratar de um ladrão e a matou a facadas, mesmo ela dizendo: “Filho, não faz isso. Eu sou sua mãe”. Logo depois, Paulinho, como era tratado na ocasião, usou uma corda para enforcar a vítima e colocou fogo no corpo da mãe. Tentou apagar, mas já era tarde demais.

Depois, Paulo saiu de casa e quem encontrou o corpo de Neuza foi o marido da vítima, também chamado Paulo. O acusado pelo crime é funcionário concursado do Metrô e está afastado por problemas psicológicos. A Companhia do Metropolitano disse que encaminhará uma nota sobre o servidor.