
As cores e a elasticidade do “slime”, uma espécie de geleca artesanal, vêm atraindo internautas com receitas caseiras para sua confecção. No entanto, a brincadeira esconde um componente perigoso: sua receita tem potencial tóxico, sobretudo quando inclui o ácido bórico, produto destinado à limpeza. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, duas mães já relataram casos de queimaduras de segundo e terceiro grau em suas filhas após a confecção do “slime” — que no Brasil é chamado também de amoeba ou até “cocô de unicórnio”.
“Eles chamam de Unicorn Slime ou Tie Dye Slime, nomes loucos, todos em cores muito bonitas e envolventes”, escreveu Rebecca. “Eu fui e comprei para DeeJay todos os ingredientes e a deixei fazer isto. Três semanas depois, estávamos buscando por uma cirurgia plástica no departamento de queimaduras no hospital”. Em sites e contas nas redes sociais do Brasil, receitas do “slime” também são muito populares. Em geral, incluem o uso de água, cola e corantes, mas podem recomendar também o uso do borato de sódio.
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