
O Comitê Organizador da Olimpíada de Tóquio, prevista para julho deste ano, tem fugido da possibilidade de adiar o torneio devido ao risco do coronavírus. No entanto, o tom do discurso do governo japonês mudou nesta terça-feira, quando o número de casos no país chegou a 274. Até agora, seis pessoas morreram no Japão.
Segundo Seiko Hashimoto, ex-patinadora e ministra das Olimpíadas no Japão, o contrato com o Comitê Olímpico Internacional prevê que o evento seja realizado em 2020. Na interpretação da organização dos Jogos, a afirmação abriria a possibilidade de um adiamento da competição em alguns meses.
“O COI tem o direito de cancelar os Jogos somente se eles não ocorrerem dentro de 2020. Isso pode ser interpretado como a possibilidade dos Jogos serem adiados, contanto que sejam realizados durante esse ano”, explicou Seiko Hashimoto, ex-atleta e ministra dos Jogos Olímpicos no Japão, durante um encontro na sede do poder legislativo do país. O COI publicou uma nota oficial em que reafirma o compromisso de realizar os Jogos de Tóquio na data prevista (24 de julho a 9 de agosto).
Assim como no Japão, na Itália, maior foco na Europa, diversas competições estão paralisadas ou já foram canceladas. Nesta semana, o jogo entre Inter de Milão e Ludogorets, da Bulgária, pela Liga Europa de futebol, foi disputado no estádio Giuseppe Meazza com portões fechados – sem público -, como prevenção para evitar grandes aglomerações e riscos de contágio em massa pela covid-19. (Globoesporte.com)



