
O Dia D da vacina contra a gripe é realizado neste sábado (4) com a mobilização de postos de saúde em todo o país para melhorar a cobertura da vacina junto aos grupos que devem receber a dose. O Ministério da Saúde anunciou que 41,8 mil pontos de vacinação estarão abertos e 196,5 mil funcionários serão envolvidos.
A campanha ainda inclui 21,5 mil veículos terrestres e fluviais, que levam as vacinas contra o vírus influenza a locais de difícil acesso para a população.
Campanha nacional
Até sexta-feira, 14,5 milhões de pessoas haviam sido vacinadas no Brasil. Mesmo quem não conseguir se vacinar neste sábado pode comparecer aos postos até 31 de maio. A meta é imunizar pelo menos 90% do grupo prioritário, de cerca de 59,5 milhões de pessoas.
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O ministério investiu R$ 968,9 milhões na aquisição de 64 milhões de doses de vacina neste ano.
Até o dia 30 de abril, 12,2 milhões de pessoas haviam sido imunizadas, o que representa 21% do total das pessoas que devem receber a vacina. A versão oferecida neste ano protege contra três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul.
Até 20 de abril, foram registrados 427 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza em todo o país, com 81 mortes.
Quem deve tomar a vacina?
As vacinas oferecidas gratuitamente pelo governo são destinadas a:
- Crianças de 6 meses a 5 anos de idade;
- Gestantes; puérperas, isto é, mães que deram à luz há menos de 45 dias;
- Idosos;
- Profissionais de saúde, professores da rede pública ou privada, portadores de doenças crônicas, povos indígenas e pessoas privadas de liberdade.
- Portadores de doenças crônicas (HIV, por exemplo) que fazem acompanhamento pelo SUS também têm direito à vacinação gratuita.
Quem não faz parte dessas categorias pode adquirir a vacina contra a gripe na rede privada por cerca de R$ 100 a 150.
A vacina não é capaz de causar a gripe em quem recebe. Ela permite que o paciente fique imune aos tipos de vírus mais comuns em circulação sem ficar doente.
*G1



