Simulação ambiental na BR-101 visa preparar órgãos públicos para defesa do Rio da Dona

Ação emergencial da Embasa acontece nesta sexta-feira (02) no quilômetro 274 da rodovia BR-101, em Santo Antônio de Jesus.

Uma simulação para prevenção de acidentes ambientais é realizada no quilômetro 274 da rodovia BR-101, nesta sexta-feira (02), em Santo Antônio de Jesus. A informação foi divulgada pelo promotor público estadual, Dr. Felipe Otaviano Ranauro, durante entrevista no programa Andaiá Urgente na quinta-feira (1º).

A barragem do Rio da Dona abastece a SAJ e a outros 5 municípios – imagem: reprodução

A ação faz parte de um plano de ação emergencial da Embasa com o objetivo de preparar os órgãos públicos para uma resposta rápida em caso de um possível acidente e contaminação do Rio da Dona ou rios interligados, visando evitar o desabastecimento de água da cidade.

“Bom, já foi feito todo o preparativo com vários órgãos. Embasa, Defesa Civil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, não só de Santo Antônio, mas de municípios vizinhos. Todos aqueles que são abastecidos pela Embasa de Santo Antônio de Jesus foram convidados a participar. Nós tivemos já um curso administrado pelo Corpo de Bombeiros sobre a questão do simulado, como que vai ser feito. Tivemos um simulado de mesa também e amanhã vai ser a prática. Então nós iremos nos encontrar ali no posto da Polícia Rodoviária Federal na BR e posteriormente a gente vai se deslocar até o ponto em que foi combinado para ter o simulado, que é no quilômetro 274 da rodovia BR-101. E lá de fato vai ter uma simulação de um caminhão, um caminhão a princípio abastecido com óleo diesel, é tudo uma simulação em que vai ter essa simulação de que o óleo está sendo despejado, vazando no rio de areia, que é um afluente do Rio da Dona. Aí a equipe vai ser acionada e aí vai ter todo o preparativo lá como se estivesse fazendo de fato um salvamento real, não só de pessoas feridas, ações para evitar ou até mesmo minimizar o derramamento de óleo diesel no rio. E a gente vai cronometrar o tempo que foi feito e no final de tudo a gente faz uma outra reunião para ver os pontos positivos e negativos da ação.”, explicou Dr. Felipe Otaviano Ranauro.