Delegada Geral da PC acredita que Patrícia Jackes já estaria morta quando passou na BR-324

Para dra. Heloísa, Patrícia Jackes foi agredida ainda em Sapeaçu, na primeira parada do carro. .

A Polícia Civil acredita que a delegada Patrícia Jaques tenha sido assassinada em Sapeaçu. O corpo de Patrícia foi encontrado dentro de seu carro na manhã de domingo (11), em São Sebastião do Passé. O principal suspeito do crime, Tancredo Neves, que era companheiro da vítima, confessou o assassinato.

Dra. Heloisa Brito, Delegada Geral da Polícia Civil da Bahia

Inicialmente, Tancredo tentou alegar que ambos haviam sido vítimas de um sequestro. No entanto, durante a audiência de custódia, ele confessou o crime, admitindo ter usado o cinto de segurança para estrangular Patrícia por cerca de 40 segundos. Diante da confissão, sua prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva. Tancredo já foi encaminhado ao Complexo Penitenciário Lemos Brito, onde passará por triagem antes de ser alocado em um dos presídios.

Em entrevista coletiva, Heloísa Brito, Delegada-Geral da Polícia Civil, revelou novas linhas de investigação e informou que o casal foi registrado passando pelo pedágio de Amélia Rodrigues, com a delegada dentro do carro. No entanto, de acordo com o depoimento de um funcionário da Via Bahia, no momento em que Tancredo parou para pagar a taxa, a vítima estava imóvel e não demonstrou qualquer reação.

Durante a coletiva, também foi divulgado que Tancredo Neves possui antecedentes criminais por lesão corporal, dano, e ameaça, crimes cometidos em Feira de Santana em 2018 e 2022, respectivamente.