Rapaz afirma que foi agredido durante evento político em Santo Antônio e polícia não registra ocorrência

Uma confusão aconteceu durante a realização de um pit stop político no final de semana.  Um rapaz, que é candidato a vereador, ao passar com seu carro pelo pit stop de uma coligação adversária, parou e desceu para reclamar de que teriam batido no capô do seu carro. Foi quando vários manifestantes da referida coligação partiram para a violência, atingido o jovem com golpes em várias partes do corpo.

Vale lembrar que outras pessoas de coligações contrárias, passaram tranquilamente pelo pit stop e não foram provocadas ou agredidas. Não sabemos também se houve uma ação por parte do candidato a vereador que tenha provocado a reação dosmintegrantes do pit spot. 

A vítima diz que  atingida na boca e nos braços, que ele levou ao rosto visando se proteger dos golpes. O pior foi que, chegando à delegacia de Polícia Civil, o escrivão lhe teria respondido que não iria registrar ocorrência por se tratar de “questão eleitoral”.  Ou seja: se dessem um tiro em alguém durante um desses pit stops a polícia também não investigaria alegando ser “coisa da campanha política'.

Volta e meia tomamos conhecimento de agressões trocadas por integrantes de várias cologações resultando em ferimentos.É por isso que o promotor volta e meia é obrigado a tomar decisões extremas, como aconteceu na proibição de carreatas. Se continuar assim, não tome como surpresa a proibição também dos pit stops políticos por aqui.Léo Valente