Menino estuprado pelo padrasto também foi espancado, diz polícia

Ronaldo Avelino Batista da Silva, de 3 anos, que de acordo com a polícia foi estuprado e espancado pelo padastro, Lucas da Paixão Santana, de 26 anos, foi enterrado por volta das 10h da manhã desta quinta-feira (16), no cemitério de Plataforma. O crime foi cometido na manhã de ontem (quarta-feira), em um cômodo onde a família morava, na Travessa Leão, em São Tomé de Paripe, no Subúrbio Ferroviário. Segundo a delegada Klaudine Passos, titular da 3ª DH/BTS, além de abusar sexualmente, o suspeito agrediu a criança com chutes, fato que pode ter provocado hemorragia interna e traumatismo abdominal, apontadas como causas da morte no laudo da perícia. A polícia foi acionada por um médico do Hospital do Subúrbio, para onde Ronaldo foi encaminhado pela mãe e por uma vizinha. Lucas, preso na unidade médica, foi conduzido para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde foi interrogado. Ele negou o crime, e afirmou que a criança tinha caído, apesar de os médicos terem constatado que o menor tinha parte do intestino exposto e lacerações. Segundo a polícia, a mãe do menino, Luciana Avelino Batista, havia saído de casa horas antes do crime para participar de um culto, numa igreja local, e deixou o bebê aos cuidados do padrasto.  Uma vizinha do casal, também ouvida no DHPP, afirmou que presenciou Lucas acariciando a criança dias antes. A polícia também apurou que, há uma semana, o menino havia reclamado de dores nas nádegas. Lucas foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável qualificado e encaminhado ao sistema prisional. (Aratu Online)