Para Alan Sanches greve da PM foi um “jogo de cartas marcadas”

Avaliando a greve da Polícia Militar, cujas reivindicações iniciais ultrapassavam o poder orçamentário do governo estadual, o deputado estadual Alan Sanches (PSD) foi taxativo quanto à motivação. ?O movimento foi eminentemente político?, disse ao pontuar os seus líderes: os deputados estaduais Capitão Tadeu (PSB) e Pastor Sargento Isidório (PSC) ? ambos aspirantes à Câmara Federal ? e, sobretudo, o vereador Marco Prisco (PSDB), que postulam uma vaga na Asssembleia Legislativa. ?A paralisação este ano, especialmente para Prisco foi um jogo de cartas marcadas. Nós temos um candidato que desde o ano passado sabíamos que ia fazer essa greve e o outro é Tadeu. Ambos precisavam disso para buscar seus eleitores, mas esqueceram o preço que a sociedade pagou?, criticou o deputado. Mais além, Alan Sanches frisou que: ?fizeram exigências absurdas porque não queriam negociar. Concordo que a categoria tem necessidades e demandas que podem ser discutidas e distorções corrigidas, mas dessa forma, quando você tem na liderança três candidatos, porque tem até Isidório, não dá. A sociedade agora que, felizmente, a greve acabou tem que entender isso?, argumentou.