O candidato do PSOL ao governo da Bahia, Marcos Mendes, afirmou nesta quinta-feira (15) que o vereador Marco Prisco (PSDB) não pode ser responsabilizado pela greve da Polícia Militar em meados de abril deste ano. O socialista contou que esteve na assembleia na qual foi deflagrada a paralisação e considera um erro atribuir a liderança do movimento ao tucano. ?Eu estava na plenária. A posição dele naquele momento foi bem recuada; ele chegou a defender que havia alguns avanços na proposta do governo. Ao discutir os pontos cruciais, ele disse que o governo se comprometeu a montar equipes para discussão. E foi uníssono: os mais de 15 mil profissionais recusaram e a greve aconteceu. Dizer que Marco Prisco incentivou a greve é equivocado?, defendeu, em entrevista ao programa Acorda pra Vida, da Rede Tudo FM 102,5. Mendes disse ainda que a prisão do vereador foi um ato comparável ao que acontecia durante o regime militar. ?Se utilizou com Prisco o que não era feito desde a ditadura. Ele está preso pela segurança nacional; isso é expediente de ditadura?, declarou. Ao falar sobre as propostas do PSOL para a segurança pública, o candidato ao governo defendeu uma discussão ampla sobre a desmilitarização da polícia. ?A polícia precisa ser repressora, matando principalmente jovens negros na periferia??, questionou. Fonte:Bahia Notícias


