A Polícia Federal, o Ministério da Previdência Social e o Ministério Público Federal desarticulou uma quadrilha especializada em fraudar benefícios da Pensão Por Morte Previdenciária esta quarta-feira (26), em Maragogipe.
De acordo com o jornal A Tarde, o grupo colocava pessoas fictícias no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) com a finalidade de obter benefício. Os criminosos utilizavam CPF e identidade de pessoas mortas, informando data retroativa do óbito com até 7 anos anteriores à data da entrada do requerimento. Com isso, a geração de valores ficavam atrasados a receber.
Ainda segundo a matéria, o grupo é liderado por um servidor da Previdência Social da cidade e seus parentes. No ato da habilitação dos benefícios, o servidor e familiares eram cadastrados como Representantes Legais. O prejuízo inicialmente identificado aproxima-se de R$ 2.7 milhões. A PF cumpriu cinco mandados de busca, quatro prisões, afastamento da função pública e bloqueio das contas bancárias. As penas podem chegar a nove anos de reclusão.


