Após ter a fábrica interditada pela Divisão de Vigilância Sanitária Estadual (Divisa) na última quinta-feira (5), segundo fontes ligadas ao Metro1, a engarrafadora da água mineral Frésca conseguiu derrubar a liminar do Ministério Público que impedia a produção e retomou as atividas. De acordo com o MP, denúncias sobre crimes contra o meio ambiente, sonegação fiscal e contra a relação de consumo foram confirmadas, o que ocasionou o fechamento da unidade em Dias d'Ávila. Na ocasião, a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), informou que a Frésca havia sido interditada pois “não tinha alvará sanitário, infringiu várias leis do Código do Consumidor, além de questões fiscais”. No dia 11 de dezembro, o Jornal da Metrópole denunciou as práticas ilegais da empresa, que junto com a envasadora Maiorca são acusadas de conseguirem o selo da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) para comercializar água mineral, sem pagar imposto e sem ter o alvará da Vigilância Sanitária. O Metro1 tentou entrar em contato com a Frésca para saber o argumento usado para derrubar a liminar e voltar a produzir, mas até a publicação dessa matéria não teve resposta.


