01 de junho – Dia da Imprensa

Até o século XV não existia o que hoje chamamos de imprensa. Um alemão, João Gutemberg, foi o inventor do processo de impressão com tipos móveis, e desse aperfeiçoamento nasceu a verdadeira imprensa, que tem sido sempre mais aperfeiçoada até os nossos dias.

Foi D. João VI quem criou a imprensa no Brasil, quando, a 13 de maio de 1808, decretou a instalação da imprensa Régia no país. O primeiro jornal diário brasileiro, o

“Diário do Rio de Janeiro”, aparecido a 1° de de junho de 1821, foi fundado por Zeferino Vitor Meireles, que trabalhava na imprensa Régia e onde por concessão especial do Príncipe Regente, imprimiu os primeiros números do seu jornal.

A imprensa é um dos esteios da Ordem, da Democracia e do Progresso. Por seu intermédio, ou através dela se propagam as boas e generosas causas, se difundem conhecimentos e advogam e pregam princípios e idéias.

A imprensa cresce a cada dia no seu trabalho de informar a população com muita credibilidade e impessoalidade do que acontece ao redor do mundo, com notícias claras e objetivas.

Nesses últimos dez, quinze anos a Imprensa vem contribuindo de forma fundamental como instrumento de investigação e de denúncia diante da sociedade e dos poderes públicos, denunciando fatos de corrupção, estelionato, peculato, tráfico de influência entre outros.

Porém, a imprensa no seu papel de informar chega a divulgar aquilo que deveria, até certo ponto, ser mantido em segredo, como por exemplo: decisões, medidas que as autoridades vão tomar para combater a criminalidade, e, que termina favorecendo os bandidos que procura logo se defender como pode; e ai, a notícia que era para ser, de forma geral, bom para o cidadão e a sociedade como um todo, termina servindo de aviso para a bandidagem.

Vamos informar, vamos divulgar… mas sem dar o ouro ao bandido; porque dessa forma a imprensa termina sendo também um canal de alerta para quem precisa ser pego de surpresa.