São seis os principais sentimentos que arruínam a confiança de qualquer pessoa, pensamentos que aniquilam a capacidade de saber que se é capaz, a capacidade de avançar sem olhar para trás.
Segundo site Psychology Today, o cérebro tem a capacidade de neuroplasticidade, isto é, uma espécie de ?poder? que muda a forma como os neurônios funcionam e permite a aquisição de novas práticas de pensamento e comportamento.
E é isso que as pessoas sem confiança devem ter em conta na hora de contornar os pensamentos/sentimentos que prejudicam a própria confiança.
O sentimento de culpa é um dos sentimentos mais comuns. Seja a culpa por não fazer o suficiente para ajudar alguém, seja a culpa por ter mais dinheiro e mais amigos, seja a culpa por não saber como agir. Este sentimento é negativo e, na maioria das vezes, desapropriado.
Também o sentimento de fracasso arruína toda e qualquer confiança. Uma única falha pode desencadear este sentimento, que se acomoda no cérebro e interfere com a capacidade de decisão, ação e reação.
Querer ser perfeccionista também não ajuda. Diz a publicação que o perfecionismo é perigoso para o corpo e para a mente, uma vez que as pessoas com este objetivo tendem a sentir-se como impostoras ou fraudulentas (talvez porque sabem que a perfeição não existe).
E não há nada que mais interfira na confiança do que o sentimento de arrependimento, tão ou mais perigoso como o de culpa. As experiências de arrependimento levam momentos repetidos de pressão, estresse e humilhação.
Também o sentimento de comparação pode ser prejudicial aos níveis de confiança, uma vez que a pessoa tende sempre a sentir-se inferior ou menos valiosa. Aqui, a vida social, profissional e amorosa sofrem diretamente e fazem com que se percam oportunidades únicas.
O último sentimento que conta no artigo da publicação é o do agrado. O sentimento de agrado a outras pessoas faz com que a autoestima possa ficar baixa, pois a pessoa nunca se vai sentir suficientemente boa para determinada pessoa ou ocasião. A empatia conquista-se naturalmente.


