20 de novembro é comemorado o dia da consciência negra. A data coincide com a morte do líder quilombola Zumbi dos Palmares e ficou marcada como um momento de celebração da resistência negra contra o racismo. Embora muitas pessoas tentem deslegitimar a data, dizendo que racismo “é coisa da sua cabeça”, ele existe. A intolerância racial não só existe como faz muitas vítimas ao redor do mundo. Engana-se quem pensa que a violência motivada por diferenças raciais ficou no passado. Ainda existem muitas pessoas com “mentalidade de Klu Klux Klan” por aí que consideram a cor da pele como um fator determinante. Dessa forma, Eduardo Maia, professor de história do Colégio Novo Espaço em Santo Antônio de Jesus promoveu um evento na última quinta-feira (19) em busca da desconstrução de preconceito e ressignificação das maneiras de pensamentos desde o Brasil Colonial.
?juntamente com outros professores criamos o projeto 'África' que tem por objetivo reconstruir a ideia de orgulho, não visando o lado do sofrimento, mas da luta pela liberdade, pela resistência cultural, eternizando a imagem do guerreiro injustiçado?, disse. Segundo o professor, o projeto tem também como finalidade resgatar a cultura africana que é muito presente na sociedade. ?porém é negligenciada ou vista como mero folclore, por conta de teorias racistas que foram fortalecidas desde o Brasil colonial?, frisa. O evento contou com apresentações de poesias, danças, recitais e cânticos acerca do referido tema.
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Jéssica Oliveira/Blog do Valente
colaboração nas informações: A tarde


