Na manhã desta quinta-feira (10), foi enterrado o corpo do ex-presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, que morreu na quarta-feira (9) em virtude de complicações provocadas por um câncer de próstata.
Cerca de 200 pessoas compareceram ao Cemitério do Morumby e prestaram homenagens ao cartola. O velório foi realizado no Salão Nobre do estádio do Morumbi. O técnico interino do São Paulo, Milton Cruz, falou da admiração que tinha pelo ex-presidente.
“Ele me ajudou muito em vários momentos e, acima de tudo, era um cara que respirava o São Paulo 24 horas por dia. Tinha um pique para o trabalho que era invejável. O São Paulo perde um personagem importantíssimo, que vai fazer muita falta daqui para frente”, disse em entrevista do Globo Esporte.
A passagem de Juvenal pelo clube ficou marcada também pela mudança no estatuto do São Paulo, o que permitiu com ele ficasse no comando do clube por mais um ano. Em 2014 Juvenal deixou a presidência do São Paulo, ajudou a eleger Carlos Miguel Aidar e se tornou diretor de futebol da equipe. Pouco tempo depois foi demitido do cargo e virou inimigo de Aidar.
Apesar da doença, Juvenal continuava participando da vida do São Paulo e na semana passada enviou mensagem de áudio para o atacante Luís Fabiano, que se despediu do clube. Formado em direito, o cartola foi ainda investigador de polícia e deputado estadual.
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