Salvador: Prefeitura proíbe gratificação para gestores por Operação Réveillon e fixa teto de gastos

A prefeitura de Salvador fixou, através de decreto publicado nesta terça-feira (29), os valores que podem ser usados pelas secretarias durante a Operação Especial de Réveillon 2016. Também de acordo com o decreto, ?é vedada a concessão da gratificação prevista agente político ou ao dirigente máximo do órgão (secretário, superintendente…) ou entidade executora, considerados os serviços por estes executados de relevante interesse público?. Segundo o texto, os órgãos mais envolvidos nas festividades são a Superintendência de Trânsito do Salvador (Transalvador), que pode gastar até pouco mais R$ 41 mil, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), que também tem orçamento de pouco mais de R$ 41 mil, a Secretaria municipal de Mobilidade (Semob), que pode utilizar mais de R$ 28 mil e a Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência (Susprev) ? que lidera o ?ranking? de verba, com R$ 235 mil disponíveis. O Gabinete do Prefeito, que deve ajudar na fiscalização do trânsito e do comércio eventual e ambulante, de modo a ordenar as atividades desenvolvidas em vias e logradouros públicos, recebeu ordem de gasto de até R$ 14,2 mil.

*BN