Caso Clara: coordenador do DPT de SAJ fala das evidências encontradas na casa da jovem; caso tem repercussão nacional

O caso da jovem de Muniz Ferreira que denunciou agressão do ex-esposo causou revolta na população santoantoniense e da região. Clara Emanuele Santos Vieira, 20 anos relatou constante agressão do ex de prenome Felipe e resolveu denunciar após ser agredida no dia 08 de maio, ficando com graves lesões no rosto. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Santo Antônio de Jesus realizou perícia no local, registrando fotos e colhendo material. Segundo o coordenador do DPT, Lino Oliveira, o ambiente onde possui características de que ocorreu uma briga. “Encontramos algumas evidências como vestígios de cabelo, uma faca com manchas de sangue e também algumas coisas em desalinho”, disse. De acordo com ele, as lesões em Clara mostram que foram causadas por agressão, porém, só após os exames que o médico legista vai poder apresentar detalhes dos machucados e de que forma foram feitos. “É um caso que chamou atenção da imprensa, da opinião popular e a gente tem que tomar cuidado com o que foi observado e com o que vamos escrever. A vizinhança foi ouvida. Eu não tive contato com Felipe, mas tive com a Clara e realmente ela está muito machucada”, explicou. Ele informou que a justiça concede a Polícia Técnica um prazo de 10 dias para apresentar os resultados dos exames, caso não precise de algum exame complementar.

Repercussão nacional

Diante do quadro de violência contra a mulher que o país apresenta, o caso da jovem teve repercussão nacional. A história de Clara foi transmitida em jornais de TV, sites e blogs de toda a região. Uma página foi criada no Instagram com o nome #Todosporclara, com objetivo de apoiar a jovem e outras vítimas de violência. 

Confira abaixo: