Comerciários realizam assembleia para discutir abertura do comércio em junho

Na quarta-feia, dia 25, o Sindicato dos Comerciários de Santo Antônio de Jesus realizou uma assembleia para discutir o funcionamento do comércio no mês de junho. Segundo a presidente do sindicato, Anatália Mercês, a assembleia geral extraordinária acontece sempre em dezembro e junho. “É melhor participar agora para não reclamar depois. Essa é a hora de todo comerciário dar sua opinião”, orientou.

A sindicalista reclamou da postura do poder público em relação as decisões tomadas sem respostas para a entidade. “Fizemos ofícios para a Associação Comercial e Empresarial no dia 9 de maio último para discutir o acordo coletivo, como fazemos todo ano em período de festas, mas não obtivermos resposta”, lamentou. Anatália disse ainda que a prefeitura agiu da mesma forma. “Mandamos um ofício para o prefeito pedindo que não decretasse nenhuma autorização antes de fechar acordo entre os dois sindicatos para nào prejudicar a categoria. No mesmo dia, o prefeito baixou um decreto autorizando a abertura do comércio no feriado do dia 23, Dia de Corpus Crhisti, sem ouvir os trabalhadores. Mais uma vez uma atitude antidemocrática, quando ele ouviu só um lado e não os dois, e que em nada ajudou aos comerciários. Ee é prefieot nào só dos patrões, mas dos empregados também. Esperamos que isso não aconteça mais uma vez”, sentenciou. A sindicalista ainda afirmou que o prefeito não atendeu aos pleitos para o transporte e iluminação do Sesc.

Opinião de Léo Valente

Em relação a essa alteração feita pela Câmara, empurrando uma responsabilidade para o prefeito, que eu acredito ele não queria se envolver. É uma situação delicada. Isso não caberia ao prefeito decidir. Politicamente isso leva a um estrago da imagem do prefeito e leva para as eleições uma discussão. O Ailton do PT sonha em ser candidato a prefeito. Numa situação dessas o empresariado vai pensar: ‘Se Ailton for eleito? Ele vai para que lado?”. É uma situação ruim para o gestor. Complicada para Euvaldo e quem entrar depois. Essa briga deveria ser deixada para os dois sindicatos.