A Secretaria Municipal de Transito (SMTT) vem realizando um trabalho de ordenamento do trânsito cada vez mais intenso em Santo Antônio de Jesus. Um dos pontos críticos é a Rua Tiradentes esquina com a Rua Monsenhor Antônio Oliveira, que tem um semáforo nas proximidades do Colégio Santo Antônio que está com erro de programação, fica piscando em amarelo às 23h00, e só volta ao normal às 7h48 da manhã. (Se o semáforo voltasse ao normal mais cedo não seria necessário utilizar dois agentes diariamente nesse local).
Em entrevista concedida ao Portal Tribuna do Recôncavo, o radialista e agente de trânsito da SMTT, Paulo Sergio falou sobre os desafios diários no trânsito santoantoniense. “Temos um grande fluxo de veículos durante o dia nas proximidades das Lojas Americanas e na Praça Renato Machado que vem aumentando a cada dia principalmente nos horários das 07h00 da manhã, meio dia e no retorno de trabalho às 18h00”, afirmou.
Ainda em entrevista ao repórter Hélio Alves, Paulo ressaltou a falta de informação de ciclistas, motociclistas e pedestres que em alguns casos não respeitam as sinalizações e principalmente a faixa de pedestre. Outra questão vivenciada no dia-a-dia são os condutores de cinquentinhas que não utilizam o capacete.
- Liminar determina que supermercados de Santo Antônio de Jesus funcionem apenas até as 14h nesta quinta-feira
- Corredora de Santo Antônio de Jesus acompanha rotina de garis e destaca esforço da categoria
- Promotora do MP avalia grade do São João de Santo Antônio de Jesus como “bem arrumada” e diz que festa não deve perder brilho
Paulo Sérgio ainda falou da boa relação com o secretário de trânsito, Dadau, mas destacou uma antiga reivindicação da categoria com relação a necessidade de um plano de saúde para os agentes. “A Prefeitura de Santo Antônio de Jesus não disponibiliza de plano de saúde para o servidor público, há 15 dias atrás eu estava fazendo o meu trabalho na Rua Tiradentes e um cara jogou o carro em cima de mim, ele avançou com o veiculo por cima da gente, e aí se eu fosse atropelado como ficaria sem termos plano de saúde”, indagou o agente.
Ainda segundo o entrevistado, a categoria continua aguardando uma resposta do poder público municipal. “Não só o risco de vida, mas insalubridade e periculosidade, tudo isso a gente passa aqui no trânsito e não é lembrado, não é visto. Se dependesse do secretário [Dadau] isso já teria acontecido, mas depende da gestão pública. E aí meu amigo é a questão do prefeito olhar com mais carinho para os agentes de trânsito em Santo Antônio de Jesus”, concluiu Paulo Sergio. (Tribuna do Recôncavo)



