Mercado informal: Até quando?

Essa pergunta é feita todos os dias pelos empresários e pedestres de Santo Antonio de Jesus que disputam espaço das vias públicas do centro da cidade com inúmeros comerciantes informais. O Jornal Espaço Empresarial procurou diversos órgãos municipais e empresas prejudicadas com a presença maciça de ambulantes e barraqueiros em busca de uma explicação para o referido problema. Muito mais do simples barracas, descobrimos que o problema afeta diversas áreas da cidade.

 

Um problema social. Não é necessário nenhum relatório e nem pesquisa de campo para se constatar que nos últimos cinco anos o número de ambulantes vem crescendo assustadoramente na cidade de Santo Antonio de Jesus. Das antigas barracas da Praça Padre Mateus até as da Avenida Urcisino Pinto Queiroz, todos os dias, as barracas e kiosques se instalam todos os dias nos lugares já cativos, mas de domínio público: esquinas, passeios e vagas de estacionamento de carros.

A Coordenadora de Recursos humanos da Comercial São Luis, Conceição Barros, afirma que a empresa espera pela resolução deste problema há muito tempo. Conceição informou que diversos ofícios já foram encaminhados para a Prefeitura Municipal solicitando um desfecho para o problema: “É muito difícil a intervenção dos empresários neste sentido porque o espaço é público e a responsabilidade é do poder público”, disse Conceição completando que diversos clientes se queixam do transtorno que é conseguir entrar no estabelecimento em decorrência do número de barracas instaladas na porta.Confira a matéria completa em: www.espacoempresarialsaj.com.br

Aloma BritoACESAJ/CDL/SINCOMSAJ 

Â